terça-feira, janeiro 25, 2005

"O pensamento é difícil de conter, leve, correndo para onde lhe agrada. Dominá-lo é uma coisa salutar, e depois de dominado ele procura a felicidade"
Dhammapada

Já tinha confessado, publicamente, o meu desagrado pela contratação de Luís Campos como treinador do meu Beira-Mar. Não é, de forma alguma, o treinador que mais me cativa. Luís Campos carrega consego o estigma de ter estado na descida de duas equipas, na mesma época, à segunda liga como foram Vitória de Setúbal e Varzim.
Enquanto pessoa, Luís Campos até pode ser um extraordinário homem. Certamente será bom conversador e educado para com os seus próximos (à excepção dos árbitros, como ele próprio confessou, exalta-se em demasia). Ao serviço do meu Beira-Mar, Campos conseguiu, penso eu, o resultado da sua vida: venceu o Benfica e na Luz. Quero acreditar, e desejo ardentemente, que esse brilhante resultado tenha sido o virar de uma página na sua carreira. A aprtir de agora, que o Beira-Mar conquiste uma série seguida de vitórias (Nacional da Madeira, Gil Vicente, Vitória de Setúbal e Marítimo) e Luís Campos passará a ser um treinador de grande qualidade.
A ajudar a vitória na Luz, está o facto de ter montado, com inteligência, uma estrutura táctica de equipa que "roçou a perfeição".
Para já, foi a primeira vitória de Luís Campos. O futuro "a Deus pertence".

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